Comecei como tradutora, a criar pontes entre culturas e significado. Mais tarde, como escritora e estratega de conteúdos para marcas globais. Percebi que comunicar bem não é, nem por sombras, algo intangível: é ter clareza, sensibilidade cultural e saber exatamente o que queremos dizer e como o dizer.
Depois de anos no mundo corporativo, cheguei a um caminho diferente*. Criei o Yellow Creative Studio porque acredito que a escrita criativa e a estratégia devem andar de mãos dadas. Hoje tanto ajudo uma startup a encontrar o seu tom de voz, como oriento uma ONG a navegar uma narrativa complexa ou dinamizo workshops que ajudam pessoas a desbloquear o pensamento criativo. Em todas essas situações faço sempre a mesma pergunta: de que forma posso tornar isto mais humano, mais real, mais envolvente? E, já agora, mais divertido?
*Venham daí. A água está boa aqui deste lado.